quarta-feira, 20 de julho de 2016

[Dicas] O que o 1º mês me ensinou:

                                      O Pedro agarrando a minha mão em nosso primeiro dia juntos. 

E aí, mãezinha?
Dia 25 meu pequeno completará 2 meses de vida! Olhando para trás, consigo perceber várias mudanças (para melhor) no nosso relacionamento e na minha forma de vivenciar a maternidade. Pensando nisso, preparei um post especial sobre o que já aprendi nesse primeiro mês ao lado do meu filhote. Cada dia traz muuuuitas descobertas e o melhor disso é que: esse é apenas o começo! Vamos lá!

O QUE EU GOSTARIA QUE TIVESSEM ME DITO:

1-  Para ser uma boa mãe, você precisa estar bem:
Desde o momento em que se descobre a gravidez, muita coisa muda nas mamães. Os hormônios afetam nosso comportamento emocional. Isso é normal! Eu tive a sorte de receber apoio dos meus familiares, o que facilitou um pouquinho as coisas. Ainda sim, tive momentos de nervosismo intenso no primeiro trimestre de gestação e no pós-parto. O que aprendi? Que a maternidade exige um exercício de calma, confiança e (principalmente de) paciência. Felizmente, muitas mamães aprendem isso com o tempo e, na segunda gravidez, sentem-se muito mais fortes e tranquilas! 

2- Não se cobre: Não é possível dar conta de tudo:
Esqueça! Você não vai conseguir cuidar do bebê, deixar a casa impecável, se dedicar 100% ao trabalho e ainda estar incrivelmente linda. Pelo menos, não sozinha. A partir do momento em que você aceita suas limitações e estabelece prioridades, tudo fica mais fácil. Quando o Pedro nasceu, eu levei um choque de realidade: parecia que o dia durava apenas 1 hora. Demorei para aceitar a idéia de que não era possível dar conta de tudo. Hoje as coisas funcionam de uma maneira muito mais tranquila, pois defini a minha prioridade: meu filho. Uso o tempo restante para descansar e fazer as atividades diárias do lar. Sem stress, sem cobranças. 

3- Peça ajuda:
Acredite, isso pode abalar um relacionamento.
Quando falo para pedir ajuda, me refiro à sua mãe, sogra, amigos... Você precisa descansar. Não só pela sua saúde mental, mas também pela produção do leite, que depende disso. Eu fui na contramão do descanso e o resultado foi muito stress e pouco leite. Peça para a uma amiga/sua mãe/sua irmã te fazer companhia para jogar conversa fora, fofocar, olhar o bebê enquanto você dorme ou quem sabe até dar uma arrumadinha na casa. Não se sobrecarregue além do necessário. Isso não te faz uma mãe ou mulher melhor, apenas te faz se sentir mais cansada. Já basta a montanha-russa emocional causada pelos hormônios pós-parto e o cansaço natural... Saiba delegar.

4- Paciência é a chave do sucesso:
Não sou a pessoa mais calma e paciente do mundo, mas o Pedro me ensinou na marra que para criar laços e entendê-lo melhor, paciência é imprescindível. A mãe tem a missão de transmitir sensação de segurança para o bebê. Para que essa missão seja realizada com êxito, temos que desapegar de todo e qualquer problema, deixar a ansiedade de lado e focar no que realmente importa. Essa foi uma das coisas mais difíceis para mim, que sou estressada por natureza. A minha tática passou a ser a seguinte: ficar à sós com o Pedro em alguns momentos específicos do dia (durante as mamadas e antes de dormir). Desse modo, fortalecemos nossa relação de mãe e filho, além de deixá-lo mais calmo. Não esqueça que seu bebê precisa se sentir tranquilo e, principalmente, amado. O que transmitimos à eles (mesmo que inconscientemente) os afeta muito. 

5- TUDO vai dar certo:
Nenhum bebê vem com manual de instrução. Cada bebê é um bebê e só saberemos o que funciona ou não, com a convivência diária. Claro que ouvir dicas ajuda muito, mas não se desespere se algo que deu certo para alguém, não der certo para você. Apenas RESPIRE FUNDO e tente outra coisa. O tempo tornará as coisas um pouco mais fáceis (ou menos difíceis rsrs).

A maternidade nunca será uma experiência fácil ou automática (principalmente no início), mas ela pode se tornar mais tranquila com pequenas coisinhas. Eu me bati muito para aprender o pouquinho que sei, mas não mudaria nada, pois essas experiências contribuíram para formar a pessoa que sou hoje. Ô vida boa essa de mamãe!

Gostaram do post? 
Espero ter ajudado! 
Como foi/vem sendo sua experiência como mãe?
Me conta tudo!

Beijinhos!


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